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A este grupo de ex-alunos da Lusófona que veem agora consideradas nulas as Licenciaturas dos seus Cursos. A situação não promete grandes expetativas! Acabam por ser vilões e vítimas de um facilitismo que tem proliferado por algumas Instituições de Ensino Superior em que estas aproveitando benesses financeiras, foram criando cursos que depois não têm aplicação e sustentabilidade na vida prática e empregabilidade, criando expetativas que conforme são detetadas as suas irregularidades e conteudos curriculares, castigam no final de um processo em primeiro lugar os alunos, que embora aproveitando essas “oportunidades” podem ser acusados de falta de ética moral, não podendo no entanto ser-lhes atribuída a responsabilidade maior, revertendo esta sim, para as Instituições do Ensino Superior que teimam apenas na sua rentabilidade em termos económicos e não da Intelectualidade e Aquisição de Competências dos Cidadãos…

Perguntas podem ocorrer como as seguintes:

Um advogado licenciado pode deixar de o ser e não exercer mais a sua profissão? Um Professor tem de deixar de o ser, de lecionar os seus alunos? Um Economista vai ter de se dedicar á pesca após a retirada da sua “lusófona” Licenciatura?

lusofona.png

 

Parecem questões de gozo e ridículo, mas não o são! Tem de haver uma conclusão séria e bem fundamentada desta centena e meia de Licenciaturas e dos seus donos. E não podem repetir-se estas situações ridículas no Ensino Superior porque se assim não se proceder, vai descredibilizar de forma terrível os nossos níveis de Ensino e que como sabemos, tem áreas de excelência nada tendo a recear de muitos outros países! E como iremos ver estes ex-alunos a aceitarem estas nulidades de forma pacífica? Tenho a forte convicção de que ainda iremos ouvir falar, (muito) desta autentica novela, que parece apenas um argumento de um filme de humor negro, mas infelizmente é uma realidade dos nossos dias e do nosso Ensino Escolar!

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publicado às 15:39



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