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CONTRAPONTO

O MEU PRIMEIRO BLOG E QUE RESUME ATÉ HOJE OS TEMPOS BONITOS DOS COMPANHEIROS E AMIGOS "BLOGERS"...

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10
Mar19

VENEZUELA.- A HISTÓRIA DE UMA COMUNIDADE PORTUGUESA NAS TERRAS BOLIVARIANAS.

jotaeme

Nos anos 50/60, os meus padrinhos emigraram para a Venezuela, ficando a viver na cidade de Caracas, e regressando em paz nos anos 90, para o seu rincão luso, para usufruir um pouco do seu trabalho fora de Portugal, tendo lá continuado a viver um dos seus filhos, meu primo Manuel, que entretanto tinha constituído família com uma senhora colombiana.

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 Portugal vinha sendo desde as décadas de 30 e 40, um país onde as suas gentes pelos mais variados aspetos tentaram melhorar as suas vidas e suas famílias, emigrando para os continentes europeu e americanos, EUA, Brasil, Venezuela, eram os preferidos. Na família Madureira, além dos meus padrinhos, antes já o meu avô paterno e o meu avô materno tinham rumado aos EUA e Brasil, nos anos 30 respetivamente. O meu avô paterno regressou á sua terra marcuense em meados da década de 50, mas no Brasil o meu outro avô, por lá ficou, tendo lá falecido e sido sepultado!

venezuela 2.png

 

Primos meus fizeram também o seu percurso por terras europeias, numa diversidade de planos e objetivos que me impressionaram!

Todos estes cidadãos procuram fora do seu país aquilo que entenderam que não seria possível por cá nestas terras lusitanas, criando uma figura na sua grande maioria de comunidades trabalhadoras e com grande capacidade de integração nos seus novos países, mas nunca esquecendo as suas raízes lusófonas.

São todas estas razões que me fazem olhar e refletir para o que se vai passando em terras venezuelanas, por estes dias. Incompreensível a casta de seus governantes da era chaviana e agora Maduro, que se fecham numa insanidade política e de práticas ditatoriais, que têm provocado ao povo venezuelano incontáveis sofrimentos. Seria de todo desejável que ainda houvesse uma transição pacífica para que novos responsáveis políticos de uma vez por todas atinassem com o seu rumo, respeitando as suas tradições históricas, mas acima de tudo que os novos decisores governassem para o bem dos seus Cidadãos, e não de interesses económicos obscuros.

Será pedir muito? Para mim, não, é um dever dos venezuelanos mais conscientes e humanidade renovada! Assim seja!

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