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O RIDÍCULO DA ARTE...

por jotaeme, em 06.02.14

O RIDÍCULO DA ARTE- Parte 1

Jorge Lacão, resolveu nestes dias dedicados às Artes, (Miró e Cª), numa audiência e reunião da AR, dedicada ao tema Justiça em Portugal, com a presença da Ministra e outros Deputados dessa Comissão, ler um documento durante 59 minutos, acreditando assim que após o adormecimento dos infelizes (e zangados) ouvintes, demonstraria que o conteúdo das suas palavras e propostas do seu partido teriam um forte impacto! E tiveram sim! Quase foi agredido e posto fora da Comissão em termos simbólicos é claro, porque alguns dos ouvintes não conseguiram adormecer e aborrecendo-se mesmo, vontade não lhes faltou, perante o desplante do dito Lacão.

Depois numa segunda tentativa e intervenção similar á primeira aí os ouvintes já não aguentaram e não permitiram um castigo adicional para os seus ouvidos e neurónios! Então o relator compulsivo, ficou amuado e pegando nos seus “dossiers”, levantou-se o foi á Vida!

Livra, devem ter pensado os martirizados ouvintes! Numa palavra diria eu: Ridículo! “Vai gozar outro” devem ter pensado os outros presentes!

O RIDÍCULO DA ARTE - Parte 2

A coleção dos 85 quadros do pintor catalão Miró que faziam parte do espólio do nacionalizado BPN e que o nosso Governo resolveu alienar numa conceituada leiloeira em Londres, fez (e vai fazer) correr muita tinta aqui no nosso burgo lusitano. Todos estes rumores e desabafos, conseguiram pelo menos numa primeira tentativa atrapalhar o negócio. A leiloeira envergonhada resolveu cancelar por ora o dito leilão e clarificar os limites e legalidades desta operação.

Os amantes da nossa cultura clamaram de imediato vitória e pergunto eu, porquê tanto alarido? Por mim bem que os podem vender todos, desde que reverta efetivamente parar atenuar a colossal verba dispensada na compra do BPN

Para os “puristas” da cultura poderão ser dependurados aí numas paredes que estejam disponíveis e serem, rentabilizados!

Se esta tese vencer estarei ansioso por ver quanto ganhará o erário público com eles dependurados (salvo seja), e quanto tempo será necessário para que os resultados financeiros sejam visíveis na conservação deste acervo. Estarei curioso para saber quanto portugueses dos 10 milhões que somos, irão passar por essas paredes no período de um ano, por exemplo! Ao fim desse período de tempo, cá estarei parar dar a mão á palmatória, se for esse o caso!

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publicado às 19:27



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