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Sabemos como os senhores da Europa que se julgam muito inteligentes e melhores do que os países do Sul, falavam e ditavam os seus conselhos “paternalistas” sobre o fraco rendimento laboral, (entenda-se produtividade), que os ditos apresentavam, para assim justificarem a sua supremacia económica e social sobre nós, (portugueses incluídos).

Para mim, as suas doutas frases nunca me afetaram, porque sempre trabalhei no duro, aqui em Portugal, nunca precisei dos estímulos laborais que os donos da Europa, receitavam como necessários e infalíveis…

Atravessando desde há três anos, uma crise de valores e de “valores económicos"), nós europeus, portugueses em primeiro lugar, temos sentido na pele esse paternalismo, pago para expiar erros que atribuíam só a nós, mas que a pouco e pouco vamos sabendo que os verdadeiros mentores estão para lá dos Pirenéus!

Saber que o Luxemburgo tem sido refúgio de toda a casta dos negociantes do dinheiro e do modo como o tem sido, parte legal às claras e outra parte, a ilegal a mais substancial, às escondidas, dá que pensar! Assim como se explicam as constantes acusações de que éramos culpados deste desequilíbrio europeu? Como é possível pregarem a moral e a não praticarem?

É preciso ter desplante, ou na gíria popular, lata, para que nos tenham por anos e anos gozado, é o termo com a nossa pretensa culpa de sermos pobres e pequeninos.

Estou curioso por saber como vai acabar esta investigação á banca luxemburguesa e ao atual responsável europeu, com nome de esquentador, e saber que consequências terá em termos de justiça e política! O que as gentes desta Europa apardalada, querem e desejam é que  vivamos em Comunidade, então sejamos comunitários e solidários a sério! Deveres e Obrigações para todos, sim mas com verdade!

MERKEL.png

 

E por fim, já cá faltava a Fraulein Merkel vi dar “bitaites”, sobre o excesso de licenciados em Portugal, (???) em detrimento do Ensino Profissional! Pois eu prefiro licenciados a mais do que analfabetos a mais! Eu só questiono o seguinte? Então como se portam os portugueses que trabalham e vivem nesses países modelo? E porque para os trabalhos e funções que estes desempenham com profissionalismo, não são realizadas por cidadãos desses países ?

Numa altura em que se comemoram vinte e cinco anos sobre a queda do Muro de Berlim, era bom que o balanço não se limite apenas aos alemães, mas sim a todos aqueles que pensam ser possível uma cidadania europeia verdadeira e entusiasmante. Será pedir muito? Eu penso que não.

 

 

 

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publicado às 22:12



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