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A CULTURA DAS PALAVRAS PORTUGUESAS…

por jotaeme, em 11.04.16

506382 joao soares

 

João Soares não falhou na Cultura do seu efémero reinado. O ministro auto demitido, falhou no modo como “cumprimentou” os seus oponentes, homens das letras do dia a dia dos média…

Estes têm de ganhar a sua vida e por vezes não conseguem melhor do que aquelas frases muitas vezes incendiarias, sim senhor, mas em Democracia, um ministro seja de que governo for, tem de estar preparado para ouvir remoques, sejam eles escritos ou mesmo “live”, num espaço ou rua qualquer…

Aquela imagem dos duelos com que no século XIX se resolviam estes desaforos linguísticos e lavagens da honra pessoal, já fazem há muito parte da nossa história “cavalheiresca”! Nos nossos dias, resolver á bofetada, poderia ser uma solução, mas nunca a expressar publicamente. Quando se cruzassem por acaso, pois claro, e longe dos olhares dos “paparazzi”, então aí sim, o snr. João Soares poderia aplicar a sua infalível receita!

E como acrescento, para este tipo de resoluções de problemas, não o ajudou nada a imagem de seu ilustre pai que tem tido por vezes um modo diria disparatado de resolver situações que careciam de mais e melhor responsabilidade pessoal…estou a lembrar-me por exemplo dos comportamentos tipo infantil de Mário Soares, quando é apanhado em excesso de velocidade nas nossas autoestradas ou quando colide com outra, dizendo ao seu motorista para continuar a marcha rumo ás malhas da lei!

Portanto, quase por instinto, João Soares pensa que pode mostrar a sua faceta de macho e vai daí não resiste a um desafio escrito num jornal qualquer, por um jornalista qualquer. Assim… ele vai arranjar que fazer noutra área…na Fundação do Pai, por exemplo!

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publicado às 15:10


1 comentário

De Fernando Sousa Ribeiro a 18.05.2016 às 19:03

Caro Madureira, estive à procura do teu endereço de email e não o encontrei. Por isso te respondo aqui.

Foi só depois de ter saído do Facebook que eu reparei na mensagem que me deixaste, ao ler o email que o Facebook me tinha enviado, com o seu conteúdo. Na verdade, eu não saí completamente do Facebook (era essa a minha intenção original, de facto), mas desativei apenas a minha conta. Na prática, vai dar quase ao mesmo.

Agradeço as tuas palavras, mas neste momento, pelo menos, estou de relações cortadas com o Facebook. A censura de que eu fui alvo foi exercida por um estúpido software, e nada mais do que um estúpido software. Nunca houve qualquer intervenção humana por parte do Facebook em relação ao que eu publiquei ou deixei de publicar. Foi um reles programa de computador que, fria e implacavelmente, me censurou. E isto eu não posso aceitar. Senti-me humilhado como ser humano que sou, ao ser censurado por uma máquina de merda (desculpa o termo). É a clássica oposição entre a máquina e o homem que está em causa, e eu, como homem que sou, não aceito que uma máquina mande em mim, mesmo que ela seja obra de outros homens. Chama-me antiquado, a ver se eu me chateio.

O que eu publiquei no Facebook foi um endereço de uma página, onde estava uma foto de uma moça de seios descobertos, como disse na altura. Não era para os seios da jovem que eu queria chamar a atenção no meu "post", mas sim para o seu penteado. Mesmo assim, o meu "post" foi bloqueado. Apaguei o "post" e publiquei outro com o mesmo conteúdo. Foi bloqueado também. Publiquei então um comentário num grupo, só para ver se a minha comunicação com o Facebook estava com problemas. Não estava; o meu comentário apareceu imediatamente. Voltei a apagar o meu "post" e publiquei outro com o mesmo conteúdo, pela terceira vez. Outra vez o "post" foi bloqueado!

É claro que o Facebook não tem um regimento de funcionários que estejam a visionar todas as fotografias, "links" e vídeos que vão sendo publicados naquela rede social a toda a hora e a todo o momento. Seriam precisos muitos milhares de empregados para o fazer. É um programa de computador, de análise de padrões, que verifica se existem mamilos, pilas e outras partes da anatomia humana nas fotografias, vídeos e demais material que vai sendo publicado. Se achar que sim, bloqueia, sem apelo nem agravo. Foi o que aconteceu com o meu "post", e aconteceria sempre, mesmo que eu o publicasse um milhão de vezes.

Ferido no meu orgulho pessoal, resolvi então tentar furar a censura do Facebook, publicando uma fotografia que ela não fosse capaz de bloquear. Publiquei então a fotografia que viste, em que se veem uns órgãos sexuais masculinos claramente vistos, mas que estão envolvidos por um tal conjunto de desenhos, linhas e volutas, que o programa do Facebook se baralhou e deixou passar! Aquilo que aos olhos de um ser humano era imediatamente evidente, aos "olhos" do software do Facebook não foi! Senti-me vingado com a publicação desta outra imagem. O homem (isto é, eu) ganhou à máquina, enganando-a. A "inteligência artificial" do Facebook ainda é muito estúpida! De inteligência não tem nada...

Não tenciono regressar ao Facebook tão cedo, pelo menos. Não contes comigo por lá. Se me quiseres contactar, podes fazê-lo para o meu endereço kangiji(arroba)gmail.com.

Um abraço

Fernando Sousa Ribeiro

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