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...

por jotaeme, em 01.08.10

Eu leio, ouço, vejo e não acredito naquilo que estes meus sentidos me  indicam! Francamente, quando  se bate nesta tecla  maluca da não repetência, eu penso que estou a ver um filme qualquer de terror!
E agora falando sério, porque este assunto é mesmo muito sério, para que com ele se brinque, custa-me a acreditar que a Ministra da Educação pense executar este plano desta forma!
Claro que seria óptimo que não houvesse reprovações, mas isso só no planeta Utopia! Claro que seria óptimo evitar este flagelo, mas á custa de que recursos? e os outros alunos que estudam se aplicam, não merecem a nossa atenção? Pelo contrário, estes é que devem ser acompanhados de perto!
Transcrevo aqui um artigo da Confap acerca desta intenção da ministra, e bem, não desato ás gargalhadas, porque como acima digo, o assunto é muito sério. Ora leiam :
"A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) considerou hoje que o fim dos chumbos em Portugal será a maior revolução na educação desde o 25 de Abril, dando o seu apoio à ideia da ministra da tutela.

O representante da Confap considera que a medida “nada tem de facilitismo e tem tudo de eficiência” (Enric Vives-Rubio)
“Isto é a maior reforma que pode ser anunciada em educação no nosso país, porque implica um outro conceito de escola. Uma escola que dá condições de trabalho aos professores e aos alunos para que as retenções sejam eliminadas. Sem muito trabalho não é possível chegar lá”, comentou à Lusa o presidente da Confap, Albino Almeida.
Numa entrevista publicada hoje no “Expresso”, a ministra Isabel Alçada diz que a fórmula do chumbo “não tem contribuído para a qualidade do sistema”.
“A alternativa é ter outras formas de apoio, que devem ser potenciadas para ajudar os que têm um ritmo diferenciado”, adiantou a governante, acrescentando que pondera alterar as regras de avaliação durante o seu mandato, apesar de pretender um consenso e um debate alargado no sector.
A Confap mostra-se agradada com a ideia, lembrando que para a concretizar é necessário “dar mais autonomia às escolas” para trabalhar os currículos e adaptá-los aos alunos.
“Para isso deverão poder dividir as suas turmas, quando seja necessário trabalhar dificuldades de aprendizagem”, defende Albino Almeida, dando o exemplo do sistema educativo da Finlândia.


O representante dos pais considera que a medida “nada tem de facilitismo e tem tudo de eficiência”, reconhecendo que é uma reforma que vai trazer “grandes desafios ao Ministério da Educação”.


“É seguramente a maior reforma educativa depois do 25 de Abril”, sublinhou.


Albino Almeida disse ainda que a medida tem igualmente um objectivo de eficiência económica, ao recordar estimativas que apontam para um gasto de 600 milhões de euros por ano com as retenções no ensino em Portugal.
ESTE GOVERNO NÃO OLHA A MEIOS PARA COMBATER A ESTATÍSTICA NA EDUCAÇÃO PARA NÍVEIS DA U.E.!
MAS A QUE PREÇO INTELECTUAL? FICARMOS A SER UM PAÍS DE DOUTORES "BURROS"? ALGUNS NEM ESCREVEM CORRECTAMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA!
AH SARAMAGO QUE TU ESCAPASTE DE BOA!
SE NÃO FOSSE PELA PROVECTA IDADE MORRERIAS AGORA DE DESALENTO PELO TEU PAÍS...

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publicado às 11:37



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