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Deprimente, vergonhoso, são sentimentos que de imediato me vêm á mente, quando os vejo e ouço nesta singular campanha para a liderança do “partido” PS!

Se estávamos á espera da renovação de ideias e práticas politicas arejadas que melhorem o desempenho dos partidos e possa haver uma boa alternativa á atual governação, pois podemos esperar sentados!

Que falta de sensibilidade perante os reais problemas deste nosso País. Ainda na véspera na capital, a mãe Natureza voltou a mostrar o cartão vermelho a António Costa, mas o “cavalheiro”, nem uma palavra dele saiu! Apenas centrado na vitória da liderança e apoiado nos “velhinhos do restelo” que tão poucas saudades deixaram, este edil de Lisboa, pensa e toma como certa a sua vitória, mandando às malvas os munícipes de Lisboa!

E teremos que levar com ele, nas próximas eleições legislativas! Aí sim vou ficar receoso que por uma obra miraculosa, das sondagens encomendadas, este cavalheiro nos venha na pele de PM, com o rótulo de salvador da pátria lusa, (des) governar.

Quanto a A.J.S., ele já disse que se demitiria, caso perdesse estas eleições. Eu penso que ele só terá depois um caminho, sair do PS! E mais uma vez ficará impossibilitado de mostrar a sua raça, num cargo de grande responsabilidade politica. Desta vez á custa dos seus próprios companheiros de partido. Quem diria…

Eu como cidadão português, não gosto destas práticas políticas, baseadas na demagogia e calunia pessoais. Tristeza de política!

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publicado às 19:12


MARINHO PINTO E AS SUAS “IDEIAS”…

por jotaeme, em 19.09.14

Marinho Pinto tem sido sempre uma figura polémica, pouco consensual,durante todo o seu mandato como Bastonário da Ordem dos Advogados. Depois mais disponível nos media portugueses, foi afirmando sempre, o seu desassombro na análise dos temas que abordava, em especial os da sua área, ou seja, a Advocacia e a prática da Justiça em Portugal, esquecendo mais uma vez o seu escritório em Coimbra, que por palavras dele, iria ser o seu novo espaço de trabalho, já empoeirado por anos e anos de falta de uso, (palavras suas).

Mas de repente aparece nas passadas eleições europeias, como candidato pelo PT, Partido da Terra, e sem grande surpresa para mim, este pequeno partido, conseguiu elegê-lo levando ainda por arrasto da sua figura pública mais um deputado para o Parlamento Europeu. Ficando eu já um pouco desapontado por esta súbita vontade de parlamentar, agora nas europas, esperei que ele pelo menos como tribuno em Bruxelas, tivesse uma atuação de faceta positiva e refrescada das ideias politicas que por lá se debatem e que trouxesse para Portugal ideias interessantes!

Pois, para minha desilusão, M.P. entrou numa espiral descendente de disparates falando sobre as mordomias dos deputados europeus, não abdicando delas e de modo surpreendente a rejeitar a sua posição no Partido que o elegeu, seguindo-se a ideia futura de fundar um novo Partido para poder continuar na vida parlamentar! São “zigzagues” a mais, numa figura em que muitos portugueses se reviam! Eu incluído.

Mas francamente, com estas suas posições contraditórias não irá longe. Pelo menos com o meu voto, não! E permito-me dar-lhe um conselho: Porque não manda limpar o pó do seu escritório  e se dedica á sua verdadeira profissão na Advocacia?

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publicado às 22:32

Sinais dos tempos que atravessamos neste Portugal Europeu e que provocam grandes angústias em muitos de nós, tanto nas camadas mais jovens como abrangendo também os de mais idade!

Com a tão falada e sentida crise económica, o desemprego entre outros, mostrou-nos uma faceta social que andava arredia ou esquecida de muitas mentes, ou seja, a Família como núcleo agregador, nos tempos mais difíceis! Como aliás tem sido ao longo dos séculos. Só que na nossa sociedade moderna, criou-se a tendência de autonomia social e financeira, em que os elementos mais jovens saindo da casa dos progenitores, entendendo que seria sempre melhor enfrentar sozinhos os seus desafios pessoais. Casais jovens entregavam os seus filhos nas Escolas e Colégios, permitindo-lhes mais liberdade e tempo para lutar no mercado de trabalho, em autentica competição profissional, esquecendo-se das mais-valias que são o de acompanhar de forma efetiva o crescimento dos seus rebentos, equilibrando esta relação casa/trabalho.

Agora de novo, a terceira geração dos Avós é chamada a dar o seu contributo para cuidar dos mais pequenos, compensando com o seu conhecimento e experiencia de vida as impossibilidades que muitos pais tem enfrentado. Tanto no aspeto afetivo como económico os jovens pais viram-se na contingência de mais ajuda daquela geração que era considerada já desnecessária!

Esta por incrível que pareça é uma consequência positiva paras as famílias, chamando á ação todos os seus elementos e com ganho de valores e afetos muito importantes. Admitindo e desejando sempre a mais e melhor autonomia das jovens famílias, esta renovada vertente de interação com os mais velhos, só poderá trazer melhores suportes para todos, com mais sabedoria e equilíbrio nas nossas tarefas diárias.

E assim, os laços familiares ficarão mais reforçados para enfrentar com mais possibilidades de sucesso estes novos desafios dos nossos dias…

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publicado às 18:14


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