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DEIXEM OS MACACOS EM PAZ!

por jotaeme, em 29.04.14

“SOMOS TODOS MACACOS!”. É incrível o modo como um gesto de Dani Alves, jogador do Barcelona, está a ser “manipulado”! Para a intenção boa e para o lado mais racional.

Eu não tenho nada contra os macacos, mas por favor, acabem com esta histeria! O adepto do Vilarreal já foi identificado e devidamente punido e muito bem, e em todas as outras manifestações semelhantes, há que ser duro com estes idiotas que se julgam melhores, ou superiores, só pela sua cor de pele!

Mas por favor, esta de nos classificarmos todos como macacos parece-me uma atitude desrespeitosa para comos ditos símios…

Homem, (como Raça), é sempre Homem e Animal, (como Raça) é sempre Animal. Não inventemos desculpas ou modos, para salvar as nossas consciências! Porque há muita boa gente que prega a moral, mas não a pratica no nosso dia-a-dia! Qualquer forma de Racismo e Discriminação é revoltante!

Agora no Desporto Rei, eu penso que é mais um ambiente de circo, em que muitas vezes os próprios jogadores alinham nesse “espetáculo”!

Resumo dizendo que há que ser rigoroso com quem insulta e mostra desprezo com essas ações sem nexo!

E mais uma vez lembro, deixem os macacos em paz!

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publicado às 19:12

Este é o tempo adequado para falar sobre Democracia. Liberdade, Fraternidade, Solidariedade…embora sejam valores que eu considero perenes para uma Cidadania bem conseguida e assim não precisariam de estar sempre a ser lembrados. Mas o facto é de que Portugal tem atravessado tempos muito complicados que nos levam a entrar nestes raciocínios…Eu que vivi primeiro no regime do Estado Novo podendo fazer o termo de comparação e tendo sido apanhado pela Democracia nos palcos da guerra Colonial, sei bem-fazer essa diferença. Todos nós que passamos por estes dois tipos de regime, estamos muito mais sensíveis, para sentir as diferenças para melhor ou para pior.

As gerações do Pós 25 de Abril, ainda não se aperceberam da real importância do que é viver em Liberdade de Pensamento. Muitos não tem sequer a perceção do que foi o Golpe dos Capitães de Abril. Por incrível que pareça, a Escola, não conseguiu inculcar nas mentes dos seus alunos o verdadeiro e importante significado!

É só perguntar aleatoriamente a jovens nas escolas o que é para eles o 25 de Abril e escutar com atenção as suas respostas. Nem digo os resultados dessa pergunta tão simples e significativa. Mas lembro para mim e para quem me leia, que o único valor bem vivo que tem resistido a estes quarenta anos, chama-se Liberdade de Pensamento, de Expressão. Quanto aos outros, a nossa classe Politica tem desbaratado de forma inglória todo o crédito que tínhamos.

Teimam em fazer Politica apenas na sua visão Partidária, dos seus interesses pessoais e esquecendo de forma vil, que têm de governar para o Povo Português e não para os seus Amigos corregelionarios. Estão a arriscar com o seu modo de gestão da causa pública. Inercia e inoperância nos setores da Justiça, da Economia, do setor do Estado Social que tem de ser muito mais bem gerido, rentabilizado, para os mais frágeis e nunca para os que se habituaram as mordomias escusadas e facilitistas…é ver o rol infindável das Fundações, Institutos, Empresas do Estado, que abrigam e abonam os ditos Mamões que nunca nada produziram em favor dos outros.

Ter medo do que os Capitães possam dizer nas Comemorações do próximo dia 25, revela a insegurança da classe politica, ou então dos seus fantasmas mentais…, e mais, os políticos estão equivocados quando dizem que os militares não se sobrepõem á sociedade civil e deixam de ter esta “benefício” de falar ao Povo! Claro que o poder civil é soberano, mas não devemos esquecer que esta convivência é possível, é só ter a coragem de escutar pontos de vista diferentes, mesmo que não gostemos do seu conteúdo. A este modo de proceder denomina-se Democracia! Ou não será assim?

 

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publicado às 13:13

Esta pergunta anda no ar e serve para tudo e todas as iniciativas “abrilinas”.

Perfaz agora quarenta anos no dia 25, que o Movimento dos Capitães das Forças Armadas veio para a rua. Combatendo e derrotando numa revolução quase sem sangue o regime do Estado Novo, que parado no tempo, não conseguiu visualizar os dias que se viviam, os anseios dos Povos das colonias africanas e asiáticas, e teimosamente, bloqueou todos os caminhos possíveis para que nós portugueses, conseguíssemos sair de modo honroso dos nossos combates políticos e militares…

Nesse dia de Abril, estava eu integrado na C;Caç. 3535 Do Batalhão 3880, e no aquartelamento de Ponte de Zádi, no Norte, próximo da fronteira da Republica do Zaire, (agora Republica Democrática do Congo), numa situação de guerra contida e á espera de que um milagre politico fizesse o que todos nós víamos e antevíamos: uma solução politica, negociada e planeada, para que todos os que viviam nas colonias, tivessem tempo e capacidade de escolha, para optar pela situação que mais lhes agradasse e ao mesmo tempo, conceder a autonomia e independência os novos países que surgiriam a partir desses acordos…

Infelizmente a História, conta-nos que nada se passou como eu desejava e muitos milhares de outros seres inteligentes ansiavam e foi o que se viu!

Todas estas minhas palavras para reafirmar de que não foi só na Metrópole que os “heróis” surgiram. E então aqueles que fugindo para exílios dourados numa luta esquisita pela liberdade dos portugueses, angolanos, guineense, moçambicanos, apareceram como únicos detentores da verdade, ainda nos dias de hoje me causam algum pruído!

Tendo estado de férias no segundo ano da minha Comissão entre Fevereiro e Março 1974 em Portugal, deu para perceber que a situação sociopolítica estava por um fio. E quando já em Angola primeiro do dia 16 de Março nas Caldas, e depois na madrugada “libertadora”, foi um desenlace que não me apanhou desprevenido! Só pelo facto de o 25 de Abril ter permitido alcance da Liberdade e Democracia e forçado os paralisados mentores do Antigo Regime a aceitarem os ventos da História, eu agradeço esta era, mas que foram cometidos muitos atropelos, nem é bom falarem! E não arranjem heróis em lugares e situações que eu considero tragicómicas (Os homens dos tanques e afins).

No essencial fomos todos nós um pouco dessas personagens do Povo que desejava o Bem-Estar a Educação, o Progresso Social e Económico… para todos nós.

Mas ainda hoje não me arrependo nada de ter participado no terreno angolano no lado “errado” do processo! Nunca fugiria às minhas responsabilidades como Cidadão que pensa por sua cabeça e não por coletivos, muitas vezes telecomandados…

 

 

OBS: Estas fotos são todas de companheiros que nos mesmos dias  estavam lá, tal como eu e aos quais agradeço estas imagens relevantes...

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publicado às 17:53

Dá que pensar mais este “fait divers” em que dois “Dinossauros” da política nacional e europeia, se digladiam assim de repente, um em fim de mandato europeu e começando a abrir caminho para voltar ao espaço político nacional, embora ele diga que não. E o outro a afirmar que se não lembra do então PM, lhe ter solicitado mais assertividade e controlo, nos desmandos graves que se iam passando no BPN, e que nós Cidadãos nos dias de hoje estamos a pagar com língua de palmo, e pasme- se, os Rendeiros, Costas e Jardins, continuam a levar uma vida flauteada e airada, rindo desta nossa Justiça para Ricos, que dá vontade de chorar, e mais, aguardando pacientemente nas suas prisões douradas a prescrição dos seus lindos atos de gestão bancaria…

Para mim o Sr. Vítor não tomava o seu suplemento diário para manter em boa forma a sua memória e foi o que se não viu…

Foi necessária a crise económica de 2008,colocar a nu todas as diatribes dos Bancos que estão em julgamento, e tudo isto porque se governador do BP fosse mais atento e rigoroso no controlo e supervisão do funcionamento da Banca portuguesa, talvez não estivéssemos com este resgate que nos vai levando a miséria!

Portanto já sabem Srs. que têm responsabilidades políticas neste País: Tomem o suplemento diário vitamínico necessário para que mais tarde quando lhes perguntarem algo sobre o que pudessem ter feito de melhor nas vossas funções, respondam bem, clara e assertivamente.

Estamos combinados?

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publicado às 22:53


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