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Neste fim-de-semana, após uma cobertura mediática excessiva, eu diria, nauseante, do congresso do PSD, dá-me mesmo vontade de ser malcriado nas minhas palavras! Imitar os comentários “sugestivos”, que aparecem nas redes sociais e dizer de viva voz o que vai na alma de grande parte dos portugueses, (e na minha)!

 

 

Como é possível passarem a imagem de vitória, da inexorabilidade deste rumo incrível, da subserviência aos poderes económico europeus e das américas (leia-se FMI), como se não houvesse outros caminhos! Ouvir aquelas palavras de triunfalismo, algumas com ar de gozo, nos seus oradores, outros assegurarem com este show off, os seus tachos e mordomias partidárias, já a pensar nos próximos atos eleitorais de 2014 e 2015, reabilitando um Relvas execrável e cómico no seu anterior percurso politico no Governo de PC.

Esquecem ou fazem de conta, sobre a vida difícil de milhares e milhares de famílias portuguesas a pagarem com língua de palmo as asneiras e crimes económicos, feitos por gente sem escrúpulos, muitos deles da área dos partidos, PSD e os outros! Então está tudo bem só porque coletamos á força, (para não dizer uma outra palavra mais forte), os Cidadãos que não tinham culpa nenhuma destes desmandos que se cometeram?

A Politica sempre me causou alguma repulsa, precisamente por salvaguardando algumas honrosas exceções, precisamente por esta demagogia das palavras fáceis colhendo os louros para si mesmo e acusando sempre os outros ou a dita Oposição por todos os erros e omissões. Este pensamento vale para a alternância de qual seja o partido na governação, o comportamento é igual! Todos eles defendem as suas mordomias e mandam às malvas os desgraçados dos eleitores. É só perguntar e verificar por onde andam e o a que (não) fazem os barões da política nacional, mesmo depois da saída (forçada, para muitos dinossauros), dos seus cargos políticos e governativos!

Na Europa de Leste, olhamos para a Ucrânia e criticamos a violência das manifestações, olhamos para a Venezuela e criticamos a violência das manifestações, olhamos para o Brasil e sentimos uma amargura e ansiedade pelo modo como estas manifestações  lá  se desenrolam… Façamos votos para que outros povos não olhem e critiquem Portugal nas manifestações que poderão acontecer nestes tempos, em termos de violência e intolerância…

 

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publicado às 16:16


O RIDÍCULO DA ARTE...

por jotaeme, em 06.02.14

O RIDÍCULO DA ARTE- Parte 1

Jorge Lacão, resolveu nestes dias dedicados às Artes, (Miró e Cª), numa audiência e reunião da AR, dedicada ao tema Justiça em Portugal, com a presença da Ministra e outros Deputados dessa Comissão, ler um documento durante 59 minutos, acreditando assim que após o adormecimento dos infelizes (e zangados) ouvintes, demonstraria que o conteúdo das suas palavras e propostas do seu partido teriam um forte impacto! E tiveram sim! Quase foi agredido e posto fora da Comissão em termos simbólicos é claro, porque alguns dos ouvintes não conseguiram adormecer e aborrecendo-se mesmo, vontade não lhes faltou, perante o desplante do dito Lacão.

Depois numa segunda tentativa e intervenção similar á primeira aí os ouvintes já não aguentaram e não permitiram um castigo adicional para os seus ouvidos e neurónios! Então o relator compulsivo, ficou amuado e pegando nos seus “dossiers”, levantou-se o foi á Vida!

Livra, devem ter pensado os martirizados ouvintes! Numa palavra diria eu: Ridículo! “Vai gozar outro” devem ter pensado os outros presentes!

O RIDÍCULO DA ARTE - Parte 2

A coleção dos 85 quadros do pintor catalão Miró que faziam parte do espólio do nacionalizado BPN e que o nosso Governo resolveu alienar numa conceituada leiloeira em Londres, fez (e vai fazer) correr muita tinta aqui no nosso burgo lusitano. Todos estes rumores e desabafos, conseguiram pelo menos numa primeira tentativa atrapalhar o negócio. A leiloeira envergonhada resolveu cancelar por ora o dito leilão e clarificar os limites e legalidades desta operação.

Os amantes da nossa cultura clamaram de imediato vitória e pergunto eu, porquê tanto alarido? Por mim bem que os podem vender todos, desde que reverta efetivamente parar atenuar a colossal verba dispensada na compra do BPN

Para os “puristas” da cultura poderão ser dependurados aí numas paredes que estejam disponíveis e serem, rentabilizados!

Se esta tese vencer estarei ansioso por ver quanto ganhará o erário público com eles dependurados (salvo seja), e quanto tempo será necessário para que os resultados financeiros sejam visíveis na conservação deste acervo. Estarei curioso para saber quanto portugueses dos 10 milhões que somos, irão passar por essas paredes no período de um ano, por exemplo! Ao fim desse período de tempo, cá estarei parar dar a mão á palmatória, se for esse o caso!

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publicado às 19:27


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